Valéria Freire Belmino Gadelha

Devido à enorme confusão e ao aumento de diagnósticos de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), sendo o mais frequente entre os sintomas a hiperatividade, faz-se necessária uma distinção entre o que vem a ser a Hiperatividade e a Imperatividade. Esta última está levando muitas crianças imperativas a serem rotuladas de hiperativas por leigos e por diagnósticos decorrentes de avaliações pouco criteriosas.

A Imperatividade surge da falta de limite. Na definição do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (2001), imperativo é aquele que ordena, manda, exprime ordem, desejo, o que é obrigatório. Pode-se deduzir que imperativa é aquela pessoa que não respeita regras familiares, escolares e sociais, advinda como consequência de possíveis falhas ambientais e/ou do desenvolvimento emocional primitivo.

Essas falhas no desenvolvimento, que podem gerar problemas como psicose, neurose e autismo, não se encaixam no diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, pois são causadas por falhas ambientais e/ou no desenvolvimento emocional.

Entre o limite e a falta de limite, surge a confusão com o diagnóstico médico de Hiperatividade. Colocar limites ajuda a criança a formar sua autoestima, ajuda os pais a ensinar o que é permitido ou não, além de dar à criança segurança e proteção em relação a acidentes ou a situações que possam gerar sentimento de culpa.

Segundo Outeiral (2005, p.2):

A criatividade na adolescência articula-se necessariamente com a noção de limite. Limite é uma palavra que tem, muitas vezes, uma conotação negativa, ligada erroneamente a “repressão”, “proibição”, “interdição”, […], lembrando “repressão política”. No entanto, limite é algo muito, além disso: significa a criação de um espaço protegido dentro do qual o adolescente poderá exercer sua espontaneidade e criatividade sem receios e riscos. (grifo do autor)

É importante lembrar também que colocar limite, dizer “não”, nos remete à “repressão”; e repressão, em psicanálise, significa, ao mesmo tempo, um elemento estruturante da personalidade.

O indivíduo se constitui à medida que vai se desenvolvendo, e se faz necessário instituir regras sociais experimentadas dentro do núcleo familiar, para que ele possa adquirir, assim, a noção do que pode e do que não pode fazer.

Maldonado (2000, p.110), em sua obra, afirma que: “colocar limite, […] consiste, essencialmente, em ‘delimitar o terreno’ para que a pessoa saiba onde está pisando ou, em outras palavras, possa discernir com clareza o que é permitido e o que é proibido.”

Durante os primeiros tempos do desenvolvimento emocional, o princípio que rege o aparelho psíquico ainda inicial é o do desprazer-prazer. Nessa etapa do desenvolvimento, sob o regime do processo primário, a criança vive uma experiência de onipotência em que aquilo que deseja e alucina ainda não adquiriu a função egoica de discernimento e capacidade de diferenciar o “sim e o não”; o “certo e errado”; o “bom e o mal”.

Dando seguimento ao desenvolvimento e à consequente maturação do Ego em um desenvolvimento adequado, no qual a criança conta com um ambiente suficientemente bom, instala-se também o processo secundário e o princípio da realidade regido pelo Ego, que oferecerá um equilíbrio ao princípio do prazer.

A criança que, na etapa da dependência absoluta, contou com uma mãe suficientemente boa, que pôde sustentá-la física e emocionalmente, propiciando a sua capacidade de relacionar-se com objetos subjetivamente concebidos, favoreceu também a progressiva aquisição do princípio da realidade e, consequentemente, a capacidade de lidar com objetos objetivamente percebidos, ou seja, não-eu.

Conforme Freud (2011), o Ego é a parte do Id modificada pela influência do mundo exterior por meio do sistema perceptivo. Nesse momento do desenvolvimento, ele é, acima de tudo, um Ego corporal. Será o Ego a instância psíquica que abrigará a consciência e os acessos à motilidade, ou seja, a descarga de excitação no mundo externo.

As percepções que são conhecidas de fora e de dentro são conscientes, e todo nosso conhecimento objetivo está invariavelmente ligado à consciência.

A consciência, descritivamente, é concebida como relacionada à superfície do aparelho mental. Em cada indivíduo, existe um processo mental ligado à consciência chamado de Ego. O Ego possui um campo inconsciente e um campo consciente.

O Ego encontra-se sempre tendo que lidar com o mundo exterior, com as solicitações do Id e com a severidade do Superego.

Entre suas funções, inclui-se o desenvolvimento da habilidade de lidar com as pulsões do Id em ter acesso à razão e à cautela, com as cobranças do Superego e com a realidade externa. No processo de desenvolvimento do Ego, com a instalação do princípio da realidade, o indivíduo ganha mais recurso para negociar com o princípio do desprazer- prazer.

Se funcionássemos somente pelo princípio do desprazer-prazer, seríamos altamente impulsivos. O princípio da realidade é um resultado da maturação do aparelho psíquico e propicia a ele funções mais organizadas. Nesse momento, o bebê passa a ter necessidade de ter contato com o mundo externo, podendo usar sua curiosidade para explorar o mundo ao seu redor. É observado que a criança destrói muito os brinquedos, porém trata-se de um processo natural, em que ela desfaz e tenta refazer, dando conta de uma curiosidade normal.

Com o desenvolvimento do Ego, novas funções são adquiridas pela criança, por exemplo: a atenção, a memória, o juízo de valor, o discernimento etc.

Ao se instituir o princípio da realidade, as atividades instintivas são equilibradas pelo Ego; este se coloca como um intermediário entre o Id e o mundo externo. E a partir do seu desenvolvimento, a criança vai aprendendo a mudar suas estratégias de gratificação. Continuando com seu desenvolvimento psíquico, surge o Superego, que atua na criança, metaforicamente, da mesma maneira que os pais: parabenizando-a quando se comporta corretamente e punindo-a quando não se comporta.

Na maneira apresentada por Bee (2008, p.47):

O bebê é todo id, todo instinto, todo desejo, sem a função limitadora do ego e superego. O ego começa a se desenvolver […], conforme a criança aprende a modificar suas estratégias de gratificação imediata. Por fim, começa a se desenvolver o superego, logo antes da idade escolar, à medida que a criança incorpora os valores e costumes culturais dos pais.

Com seu desenvolvimento emocional normal, começa a fase do “não” tão bem estudada por Winnicott, sendo desta maneira que ele descreve o crescimento emocional da criança em termos de jornada, começando com a Dependência Absoluta e indo rumo à independência.

Dizer “não” para a criança é estruturante, e isso poderá ser introduzido em cada etapa pelos pais. O autor introduz três etapas do desenvolvimento infantil: Dependência Absoluta, Dependência Relativa e rumo à independência.

Na primeira etapa, complementa Winnicott (1999, p.37): “não há, ‘não’, […]; ela prossegue até o momento em que seu filho cresceu o suficiente para tornar-se independente do controle familiar”. Essa etapa do processo de maturação da criança é bastante complexa. As exigências aos pais são enormes, porém, no início, o ambiente favorável é a mãe, contando com o apoio do pai da criança e de sua família.

Nesse momento, a criança não tem noção da dependência materna, embora esteja convivendo com a experiência de Dependência Absoluta.

Esclarece Winnicott (1999, p.43):

A etapa um tem lugar antes que você diga não; o bebê não entende, e você tem o controle absoluto, e deve tê-lo. Você assume plena responsabilidade, uma responsabilidade que vai diminuindo, mas só termina quando seu filho atingiu a idade adulta, quer dizer, quando acabou a necessidade dos controles que a família fornece.

Quando Winnicott utiliza o termo “processo de maturação”, ele está se referindo à evolução do Ego e do self, levando em consideração a evolução do Id, dos instintos e vicissitudes e das defesas do Ego relativas ao instinto. (1983, p.81).

Winnicott considera essa primeira etapa como de Dependência Absoluta por a criança ser dependente em relação ao ambiente físico e emocional e por não haver a consciência de que essa dependência exista. Ao nascer, o bebê precisa que sua mãe se adapte suficientemente bem às suas necessidades, tanto físicas quanto emocionais. Um fato interessante dessa etapa é que o bebê não tem consciência nenhuma dos cuidados que recebe nem de sua Dependência Absoluta.

É nessa etapa, recebendo o holding, que ocorre o despertar da inteligência do bebê: “Sua mãe é ele próprio, ele acha que recebeu de Deus (a experiência da onipotência).” (ABRAM, 2000, p.100).

O próximo estágio é aquele no qual já ocorre uma diferenciação entre a dependência que está além da capacidade de percepção do lactente e a dependência da qual o lactente pode tomar conhecimento. (WINNICOTT, 1983). Essa fase, em geral, dura dos seis meses aos dois anos.

Na ótica Winnicottiana, essa etapa é aquela na qual a mãe impõe sua visão de vida e de mundo à criança. Nesse momento, ela passa a dizer “não” ao seu filho em vez de dizer “não” ao mundo ao seu redor. O autor descreve esse processo como uma introdução, por parte da mãe, do princípio da realidade. A mãe e o pai apresentam gradualmente ao bebê a realidade, e à realidade o seu bebê.

O desenvolvimento do bebê tem muito a ver com o que é proibido e com o que é permitido. A base do “não” é o “sim”.

O autor argumenta que um bom método de dizer “não” é o próprio uso da palavra, caso o bebê não seja surdo; mas o “não” também pode ser transmitido de várias outras maneiras: por meio do olhar, pela sonoridade da voz etc. Ele complementa seu pensamento fazendo a seguinte afirmação: “penso que se você é uma pessoa feliz encontrará facilmente esse negócio do ‘não’ numa base prática, estabelecendo um modo de vida que se coadune com o seu e com o mundo à sua volta.” (WINNICOTT, 1999, p.37-38).

Para Tiba (1996), é patente que a criança “birrenta” é aquela cuja mãe foi indisciplinada, não soube sustentar a proibição, proibiu e cedeu, não teve firmeza, ela mesma desrespeitando suas proibições e com isto ensinando o filho a fazer o mesmo, a desrespeitá-la.

Na análise de Tiba (1996), nenhuma criança nasce “folgada”; ela se torna “folgada” na medida em que não é cobrada em disciplina, quando a ela não se coloca limite e quando ela não conhece responsabilidade, surgindo então a criança imperativa, fruto da falta de limite, da ausência do “não” educativo de que a própria criança necessita em sua constituição.

Pode-se, então, conceituar Imperatividade como sendo um comportamento próprio daquele que dá ordem; que não segue regras sociais por não ter aprendido a ter limites; que desrespeita os outros, seja no âmbito escolar, familiar ou social; que não tem noção do que seja educação e respeito ao próximo.

Existem sintomas da falta de limite que confundem o diagnóstico médico e geram sérias consequências emocionais a seu portador. Dar limites não significa dizer sempre “não” para a criança, mas dizê-lo quando houver uma razão correta. Assim, os pais ensinam as crianças a lidarem com a frustração e a aprenderem a adiar as satisfações. É adequado ensinar que todo cidadão lida com deveres e direitos e que o direito de um acaba onde começa o do outro. Não se precisa gritar e não é necessário bater na criança para estabelecer limites.

O uso do castigo para impor controle, colocando a criança em situações de constrangimento, tirando-lhe privilégios, causando-lhe humilhações e emitindo sermões, não vai fazer com que ela se comporte adequadamente. Do mesmo modo, o castigo relacionado às tarefas escolares só irá contribuir para causar um desinteresse em relação à escola e ao estudo.

O dever dos pais é tornar as crianças responsáveis, valorizando o afeto, e não só o desempenho, favorecendo o diálogo com a criança e conversando com ela sobre a sua rotina, para que ela sinta que pode contar com o diálogo e com a compreensão.

Dependendo do desenvolvimento emocional primitivo que a criança pode experimentar – se tal desenvolvimento ocorreu em um ambiente saudável, com uma mãe suficientemente boa, se todas as etapas de desenvolvimento foram bem sucedidas, se a criança foi apresentada ao mundo com um “não” estruturante –, ela conta com recursos para continuar a se desenvolver saudavelmente.

As crianças que apresentam falta de limite demonstram sintomas como: descontrole emocional, falta de persistência, dificuldade para terminar tarefas, dificuldade para se concentrar, agressividade, falta de interesse nos estudos, raiva exagerada, percepção distorcida. Diante desse quadro, faz-se necessário um diagnóstico diferencial e deve-se identificar se há predisposição para problemas psiquiátricos e/ou Hiperatividade Situacional.

A Hiperatividade Situacional também pode se desenvolver em contextos envolvendo problemas emocionais; como no caso de crises familiares ocasionadas por separações dos pais ou no caso de morte de algum familiar, de doenças na criança ou em algum ente querido que cause abalo nela. Esse quadro enquadra-se no diagnóstico diferencial da Hiperatividade.

A Hiperatividade, por sua vez, é um transtorno neuropsiquiátrico causado por alterações neurobiológicas com forte componente genético. Apresenta uma tríade de sintomas, é estudada por inúmeros cientistas e não tem relação alguma com falta de educação ou falta de limite.

Segundo os critérios do DSM-IV-TR, a Hiperatividade é caracterizada por critérios persistente por, no mínimo, seis meses, no número de seis (ou mais) sintomas, em grau adaptativo e consistente com o nível de desenvolvimento. São eles:

a) Hiperatividade

  • Agita as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira demasiadamente;

  • Frequentemente abandona sua cadeira na sala de aula ou em outras situações nas quais se espera que permaneça sentado;

  • Corre ou escala em demasia, em situações impróprias (em adolescentes e adultos, pode estar limitado a sensações subjetivas de inquietação);

  • Com frequência, tem dificuldade para brincar ou se envolver silenciosamente em atividades de lazer;

  • Está sempre “a mil” ou muitas vezes age como se estivesse “a todo vapor”;

  • Fala em demasia.

b) Impulsividade

  • Apresenta uma tendência acentuada a dar respostas precipitadas antes que as perguntas tenham sido completamente formuladas;

  • Com frequência tem dificuldade para aguardar sua vez;

  • Frequentemente interrompe ou se intromete em assuntos alheios (por exemplo, em conversas ou brincadeiras).

As crianças hiperativas apresentam intensos movimentos corporais, traduzidos por uma atividade quase permanente e descontrolada que não tem uma meta e aparece nos momentos mais inoportunos.

Benczick (2008) afirma que a atividade motora que as crianças hiperativas apresentam – por sua marcante atividade corporal desordenada e excessiva – nomeou o transtorno; ainda que sejam movimentos sem um objetivo concreto, sem sentido.

O temperamento das crianças hiperativas é de pouca tolerância às frustrações. Frequentemente se desentendem com seus pais, professores, tios, amigos ou com outros adultos com que convivem. Comumente são “birrentas” e apresentam o humor muito irregular, mudando-o constantemente. São crianças que têm uma forte tendência ao apego e que necessitam de atenção e tranquilidade.

Barkley (2008), ao definir, em seus estudos, o TDAH, conceitua-o como sendo um transtorno de desenvolvimento de autocontrole, levando a problemas na atenção e no controle do impulso e à Hiperatividade. O autor não o relaciona como resultado de atraso de linguagem, surdez, cegueira, autismo ou psicose infantil; afirma, ainda, que se trata de um problema neurobiológico, de causa desconhecida, com forte participação genética. Considera-o crônico, com início na infância, podendo perpetuar por toda a vida.

Na ótica de Benjamin Sadock e Virginia Sadock, em Kaplan & Sadock (2007, p.1304):

o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) consiste de um padrão persistente de desatenção e/ou comportamento hiperativo e impulsivo que é mais grave do que o esperado em crianças de idade e nível de desenvolvimento. […] O transtorno não deve ocorrer no curso de transtorno global do desenvolvimento, esquizofrenia ou outro psicótico e não deve ser mais bem explicado por outro transtorno mental.

Conforme Barkley, Murphy (2008, p.3):

O transtorno de atenção/hiperatividade é termo atual para designar um transtorno desenvolvimental observado tanto em crianças quanto em adultos, que compreende déficits na inibição comportamental, atenção sustentada resistência a distração, bem como a regulação do nível de atividade da pessoa às demandas de uma situação (hiperatividade ou inquietação). Hoje, muitos pesquisadores e clínicos acreditam que o TDAH é um transtorno da inibição e da auto-regulação que dá origem a outros sintomas.

Para autores como Rohdes, Dorneles e Costas (2007), o TDAH é um transtorno neurobiológico de causa ainda desconhecida, sem relação com a falta de limite, com um forte componente genético e que acompanha a pessoa por toda a vida.

Em janeiro de 2002, foi assinada a Declaração Internacional de Consenso sobre o TDAH. A lista para esse consórcio foi dirigida por Russel A. Barkley, professor de Psiquiatria e Neurologia da Universidade da Massachusetts Medical School, EUA, e conta com a assinatura de 80 profissionais respeitados. Os cientistas resolveram realizar esse consórcio devido à profunda preocupação que existia entre eles, que realmente estudam o assunto, com as notícias que são veiculadas sobre tal transtorno ao relatarem histórias incorretas sobre o TDAH. Tais notícias o retratam como sendo uma fraude, um mito ou uma situação benigna, o que pode fazer com que não seja levada a sério por seu portador, por seus familiares ou por quem convive com ele.

Segundo o consenso publicado, Barkley (2008, p.65) afirma que “entre os cientistas que dedicaram anos, senão suas carreiras inteiras, ao estudo do transtorno, não há controvérsias à sua existência”.

Ainda na Declaração Internacional do Consenso publicada, Barkley (2008, p.66) aponta:

As atuais evidências indicam que déficits de inibição comportamental e atenção prolongada são centrais ao transtorno – fatos demonstrados por centenas de estudos científicos. Não há dúvida de que o TDAH leva a comprometimentos de importantes atividades da vida, incluindo relacionamentos sociais, educação, funcionamento familiar, funcionamento ocupacional, auto-suficiência e obediência a regras sociais, normas e leis. […] É por isso que nenhuma organização médica, psicológica ou cientifica duvida do TDAH como um transtorno legítimo.

Faz-se necessária uma revisão de como estão sendo educados os filhos na atualidade e de como a escola está lidando com seus alunos, tanto as instituições públicas como as particulares. Vale repensar a questão do limite nos dias atuais e analisar como as famílias estão se impondo, pois elas são a base que estruturam o indivíduo.

O “limite” tornou-se um tema polêmico, levando o excesso de liberdade a consequências sérias. Portanto, fica sob a responsabilidade dos pais, educadores e profissionais responsáveis pela educação dos jovens o correto posicionamento para que os danos não causem tanta confusão entre os diagnósticos de Hiperatividade e Imperatividade. Está na hora de se tomar uma posição na educação dos jovens e, dessa maneira, procurar minimizar os efeitos colaterais.

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